O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou pesquisa hoje sobre a estratégia mais eficaz para prevenir o câncer: alimentação, peso do corpo em acordo com o tamanho e prática regular de exercícios físicos.
No caso do tumor líder em causa de morte das mulheres brasileiras, diz o Inca, é possível reduzir em 28% os casos de câncer de mama por meio de uma dieta equilibrada atrelada às atividades com o corpo, além de distância das taxas de obesidade. Os dados foram divulgados na data em que o mundo celebra o Dia Mundial do Câncer.
No caso do tumor líder em causa de morte das mulheres brasileiras, diz o Inca, é possível reduzir em 28% os casos de câncer de mama por meio de uma dieta equilibrada atrelada às atividades com o corpo, além de distância das taxas de obesidade. Os dados foram divulgados na data em que o mundo celebra o Dia Mundial do Câncer.
“Já é sabido que 90% das causas de câncer de mama são ambientais. Apenas a minoria tem como influência mais marcante a genética”, afirmou a mastologista Maira Callefi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).
A vice-presidente da América Latina da American Cancer Society (ACS), Alessandra Dursitine, ressalta que, mesmo quando o câncer de mama não é hereditário, nem sempre é possível prevenir todas as causas. “É óbvio que o consumo de álcool e tabaco e a alimentação inadequada têm influência na disseminação de câncer de mama”, afirma. “Mas alguns fatores não são preveníveis, como é o caso da idade da primeira menstruação e da menopausa, dois fatos importantes para a presença do tumor”, completa a especialista.
O câncer de mama, pelas estimativas do Inca, deve fazer 49 mil novas vítimas ao longo de 2010, sendo que 12 mil delas não vão sobreviver. A taxa de mortalidade, de 24,4%, é quase dez pontos porcentuais acima do que a registrada nos Estados Unidos da América, que é de 15%. O Ministério da Saúde, em levantamento recente, mostrou que o câncer de mama influencia até na mortalidade de mulheres jovens. É a quinta causa de mortalidade na faixa-etária entre 10 e 49 anos.
Gustavo Azenha, diretor brasileiro da American Cancer Society, lembra que além da prevenção é preciso o diagnóstico precoce. “O câncer de mama é muito peculiar. É diferente do câncer de pulmão em que já se sabe a influência direta do cigarro. Se a pessoa não fuma, o risco de ter câncer no pulmão cai 90%. No câncer de mama, a equação não é tão simples”, explica.
Influência geral
No caso dos tumores malignos pulmonares, afirma o estudo do Inca, os riscos de desenvolvimento são reduzidos em 36% com a adoção de hábitos alimentares saudáveis, peso adequado e prática de exercícios físicos. O “trio”, inclusive, tem impacto significativo na redução de 12 tipos de câncer, os mais presentes na população brasileira.
A combinação de alimentação saudável com atividade física é capaz de prevenir 63% dos casos de câncer de boca, faringe e laringe; 60% dos tumores de esôfago e 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio. O controle da obesidade, problema endêmico de saúde no mundo todo, poderia evitar 19% dos casos totais de câncer.
O estudo faz parte das Políticas e Ações para a Prevenção do Câncer no Brasil, Alimentação, Nutrição e Atividade Física, lançado pelo Inca, em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer.
Veja impacto da redução dos casos de câncer com alimentação, atividade física e gordura corporal adequada (valores porcentuais)
Boca, faringe e Laringe – 63%
Esôfago – 60%
Endométrio – 52%
Estômago – 41%
Colorretal – 37%
Pulmão – 36%
Pâncreas – 34%
Mama – 28%
Rim – 13%
Vesícula – 10%
Fígado – 6%
Total para todos os cânceres – 19%
Fonte: Inca
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou pesquisa hoje sobre a estratégia mais eficaz para prevenir o câncer: alimentação, peso do corpo em acordo com o tamanho e prática regular de exercícios físicos.
No caso do tumor líder em causa de morte das mulheres brasileiras, diz o Inca, é possível reduzir em 28% os casos de câncer de mama por meio de uma dieta equilibrada atrelada às atividades com o corpo, além de distância das taxas de obesidade. Os dados foram divulgados na data em que o mundo celebra o Dia Mundial do Câncer.
No caso do tumor líder em causa de morte das mulheres brasileiras, diz o Inca, é possível reduzir em 28% os casos de câncer de mama por meio de uma dieta equilibrada atrelada às atividades com o corpo, além de distância das taxas de obesidade. Os dados foram divulgados na data em que o mundo celebra o Dia Mundial do Câncer.
“Já é sabido que 90% das causas de câncer de mama são ambientais. Apenas a minoria tem como influência mais marcante a genética”, afirmou a mastologista Maira Callefi, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).
A vice-presidente da América Latina da American Cancer Society (ACS), Alessandra Dursitine, ressalta que, mesmo quando o câncer de mama não é hereditário, nem sempre é possível prevenir todas as causas. “É óbvio que o consumo de álcool e tabaco e a alimentação inadequada têm influência na disseminação de câncer de mama”, afirma. “Mas alguns fatores não são preveníveis, como é o caso da idade da primeira menstruação e da menopausa, dois fatos importantes para a presença do tumor”, completa a especialista.
O câncer de mama, pelas estimativas do Inca, deve fazer 49 mil novas vítimas ao longo de 2010, sendo que 12 mil delas não vão sobreviver. A taxa de mortalidade, de 24,4%, é quase dez pontos porcentuais acima do que a registrada nos Estados Unidos da América, que é de 15%. O Ministério da Saúde, em levantamento recente, mostrou que o câncer de mama influencia até na mortalidade de mulheres jovens. É a quinta causa de mortalidade na faixa-etária entre 10 e 49 anos.
Gustavo Azenha, diretor brasileiro da American Cancer Society, lembra que além da prevenção é preciso o diagnóstico precoce. “O câncer de mama é muito peculiar. É diferente do câncer de pulmão em que já se sabe a influência direta do cigarro. Se a pessoa não fuma, o risco de ter câncer no pulmão cai 90%. No câncer de mama, a equação não é tão simples”, explica.
Influência geral
No caso dos tumores malignos pulmonares, afirma o estudo do Inca, os riscos de desenvolvimento são reduzidos em 36% com a adoção de hábitos alimentares saudáveis, peso adequado e prática de exercícios físicos. O “trio”, inclusive, tem impacto significativo na redução de 12 tipos de câncer, os mais presentes na população brasileira.
A combinação de alimentação saudável com atividade física é capaz de prevenir 63% dos casos de câncer de boca, faringe e laringe; 60% dos tumores de esôfago e 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio. O controle da obesidade, problema endêmico de saúde no mundo todo, poderia evitar 19% dos casos totais de câncer.
O estudo faz parte das Políticas e Ações para a Prevenção do Câncer no Brasil, Alimentação, Nutrição e Atividade Física, lançado pelo Inca, em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer.
Veja impacto da redução dos casos de câncer com alimentação, atividade física e gordura corporal adequada (valores porcentuais)
Boca, faringe e Laringe – 63%
Esôfago – 60%
Endométrio – 52%
Estômago – 41%
Colorretal – 37%
Pulmão – 36%
Pâncreas – 34%
Mama – 28%
Rim – 13%
Vesícula – 10%
Fígado – 6%
Total para todos os cânceres – 19%
Fonte: Inca
Written by admin on fevereiro 9th, 2010 with no comments.
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Hepatite Aguda
O resultado desta hepatite depende do equilíbrio entre o comportamento do vírus e as defesa do hospedeiro (a “vítima”). Se a quantidade de células infectadas é pequena e a defesa é adequada, a hepatite B pode ser curada sozinha sem sintomas (70% dos casos). Se a quantidade de células infectadas é grande, a reação pode levar aos sintomas (30%).
O vírus da hepatite B pode permanecer no organismo, podendo infectar outras pessoas, por semanas antes dos sintomas, variando de 6 semanas a 6 meses. Os sintomas iniciais são mal estar, dores articulares e fadiga, mas depois podem evoluir para dor local, icterícia (amarelão), náuseas e falta de apetite. Os sintomas desaparecem em 1 a 3 meses, mas algumas pessoas podem permanecer com fadiga mesmo depois da normalização dos exames.
Em alguns poucos casos (0,1-0,5%), a resposta do organismo é tão exagerada que há destruição maciça dos hepatócitos (hepatite fulminante), podendo ser fatal. Cerca de 50% dos casos de hepatite fulminante estão relacionados à infecção com hepatite B. O sintoma que mais sugere a hepatite fulminante é o desenvolvimento de alterações neurológicas (sonolência, confusão mental), além de sangramentos e dificuldade respiratória.
Hepatite Crônica
Em cerca de 3-8% dos adultos, a defesa imunológica não consegue destruir as células infectadas e a inflamação (hepatite) persiste. Quando a infecção persiste por mais de 6 meses, definindo hepatite crônica, a chance de cura espontânea é muito baixa. Os sintomas mais comuns são falta de apetite, perda de peso e fadiga, apesar da maioria das pessoas ser assintomática. Outras manifestações extra-hepáticas, mais raras, incluem artralgias, artrite, poliarterite nodosa, glomerulonefrite, derrame pleural, púrpura de Henoch-Schölein, edema angioneurótico, pericardite, anemia aplástica, pancreatite, miocardite, pneumonia atípica, mielite transversa e neuropatia periférica.
Dentre as pessoas com hepatite B crônica, algumas tem sistema imunológico “tolerante” ao vírus. Nestas, a destruição de hepatócitos é quase nula e, portanto, o risco a longo prazo de evolução da doença é baixo.
Nestes pacientes, os níveis de AST e ALT, marcadores de lesão celular, são baixos, a quantidade de vírus circulando no sangue é pequena e a pessoa é considerada portadora sã, o que significa que essa pessoa dificilmente sofrerá as conseqüências da doença, mas que mesmo assim pode transmiti-la. Mesmo nessas pessoas, podem haver períodos de atividade (“flares”) da doença que, se curtos, não costumam alterar o prognóstico.
Outras pessoas desenvolvem destruição crônica das células do fígado, com elevação de AST e ALT e atividade histológica constantes, ou “flares” prolongados. Estes portadores de hepatite crônica ativa têm um risco maior de desenvolver cirrose e câncer.
Com a destruição crônica das células, estas aos poucos vão dando lugar às cicatrizes, até o desenvolvimento de cirrose. Até cerca de 50% destas pessoas com cirrose vai desenvolver um câncer de fígado (hepatocarcinoma), mas mesmo antes da cirrose o hepatocarcinoma pode surgir. De fato, o risco anual de desenvolvimento de hepatocarcinoma é de 0,06-0,3% em portadores sãos, 0,5-0,8% na hepatite crônica ativa e 1,5-6,6% na cirrose. Deve-se lembrar no entanto que o uso de álcool e a co-infecção com hepatites A, C ou D costumam piorar muito o curso da doença.
Hepatite adquirida ao nascimento
No caso de crianças que entram em contato com o vírus no parto, o sistema imunológico é incapaz de desenvolver uma boa defesa. Isto faz com que um grande número de células se infectem e, com o tempo, o organismo desenvolve uma certa “tolerância”, gerando uma hepatite crônica leve em cerca de 90% dos casos. O risco de hepatite crônica já diminui para 20-50% quando há infecção em crianças entre 1-5 anos. Em adultos com déficit de imunidade, o risco é de cerca de 50%.
Espera-se que, neste tipo de infecção, 90% dos portadores assintomáticos ainda apresentem sinais de replicação do vírus (HBeAg positivo) aos 15 anos de idade, uma fase chamada de “tolerância imunológica”, mas que essa taxa reduza gradativamente até apenas 10% aos 40 anos. Durante essa segunda fase, chamada de “depuração imunológica”, o sistema imunológico tenta eliminar o vírus, levando a episódios de “flares” (ativações) da hepatite intercalados com períodos de ausência de atividade da doença. Durante essa fase, há a formação, portanto, de cicatrizes (fibrose) e pode se desenvolver hepatopatia crônica ou cirrose. Nos 90% que aos 40 anos não desenvolveram cirrose e permanecem na terceira fase (de “baixa replicação”), o prognóstico é bom. Os 10% que permanecem com atividade da doença tem pior prognóstico, com maior risco de desenvolvimento de cirrose e hepatocarcinoma.
Written by admin on janeiro 17th, 2010 with no comments.
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A hepatite B é uma doença contagiosa – e sexualmente transmissível – do fígado que varia de gravidade, de moderada durando algumas semanas, até grave para toda a vida.
Essa doença é decorrente de infecção pelo vírus da hepatite B.
Hepatite B pode ser aguda ou crônica.
A Hepatite B aguda é uma doença de curta duração que ocorre dentro dos primeiros 6 meses depois da exposição ao vírus.
A infecção aguda pode se transformar em crônica. A hepatite B crônica que uma doença de longa duração que ocorre quando o vírus permanece no organismo da pessoa.
INTRODUÇÃO E EPIDEMIOLOGIA
Mais de 50% da população mundial já foi contaminada pelo vírus da hepatite B. Estima-se algo em torno de 2 bilhões de pessoas que já entraram em contato com o vírus, 350 milhões de portadores crônicos e 50 milhões de novos casos a cada ano. Em áreas com maior incidência, 8 a 25% das pessoas carregam o vírus e de 60 a 85% já foram expostas. No Brasil, 15% da população já foi contaminada e 1% é portadora crônica.
Os portadores crônicos de hepatite B apresentam maior risco de morte por complicações relacionadas a hepatite crônica, como cirrose e carcinoma hepatocelular (CHC), com relato de 500 mil a 1,2 milhões de óbitos por ano.
O vírus que causa a hepatite B (VHB) é um vírus DNA, transmitido por sangue (transfusões, agulhas contaminadas, relação sexual, após o parto, instrumentos cirúrgicos ou odontológicos, etc.). Não se adquire hepatite B através de talheres, pratos, beijo, abraço ou qualquer outro tipo de atividade social aonde não ocorra contato com sangue. Após a infecção, o vírus concentra-se quase que totalmente nas células do fígado, aonde seu DNA fará o hepatócito construir novos vírus.
O vírus da hepatite B é resistente, chegando a sobreviver 7 dias no ambiente externo em condições normais e com risco de, se entrar em contato com sangue através de picada de agulha, corte ou machucados (incluindo procedimentos de manicure com instrumentos contaminados), levar a infecção em 5 a 40% das pessoas não vacinadas (o risco é maior do que o observado para o vírus da hepatite C – 3 a 10% ou o da AIDS – 0,2-0,5%).
Apesar de sermos capazes de produzir anticorpos contra o vírus, eles só funcionam quando o vírus está na corrente sangüínea.
Depois que o vírus entra nos hepatócitos, os anticorpos não conseguem destruí-lo diretamente. Como partes do vírus são expressos (partes dele aparecem) na membrana que recobre o hepatócito (principalmente o HBcAg), o organismo reconhece estas partes e desencadeia uma inflamação, onde células (principalmente linfócitos T citotóxicos) destroem os hepatócitos infectados. Está iniciada a hepatite.
Written by admin on janeiro 17th, 2010 with no comments.
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Direitos Previdenciários
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
O portador do HIV tem direito a efetuar o levantamento do FGTS de acordo com o disposto na Lei 7670/88, independentemente de rescisão contratual ou de comunicação à empresa onde o mesmo trabalha.
PIS / PASEP
Somente o paciente de Aids tem direito de efetuar o levantamento do PIS /PASEP, de acordo com a Lei 7670/88, operacionalizada pela Caixa Econômica Federal. O paciente deve comprovar o saldo de sua conta vinculada inativa e apresentar laudo médico.
Auxílio-doença
O portador de HIV tem direito a receber o auxílio-doença, mesmo que esteja desempregado por período inferior a 12 meses. O seu direito vigora imediatamente após a sua filiação ao INSS, não havendo necessidade de se aguardar nenhum prazo.
Aposentadoria por Invalidez
Somente o paciente de AIDS ou portador do HIV que tenha desenvolvido qualquer doença incapacitante poderá se aposentar por invalidez.
Auxílio da Previdência
O portador de HIV/AIDS tem direito de receber um salário mínimo, a chamada “pensão vitalícia”, desde que comprove ser completamente sem recursos.
Pensão por morte
A pensão por morte para os familiares dependentes corresponde a 50% do que a pessoa recebia pela aposentadoria.
Direitos Trabalhistas
Teste anti-HIV para admissão de funcionários
O empregador é livre para decidir quem deve empregar, mas NÃO lhe é permitido exigir o teste sorológico como condição de admissão ou de manutenção do emprego. A imposição de tal condição caracteriza violação ao direito à intimidade dos trabalhadores, restrição ou discriminação.
Portador de HIV pode trabalhar em qualquer tipo de atividade
Não há risco de contágio nas relações sociais dos portadores de HIV com as demais pessoas. A infecção pelo HIV, por si só, não significa limitação alguma da aptidão para o trabalho. Existem, porém, atividades que não são recomendáveis neste caso, devido ao risco de ferimentos ou de contaminação: uma equipe médica deve opinar sobre tais situações específicas.
Não se pode demitir o empregado por ser portador do HIV
É vedada a dispensa arbitrária do portador de HIV, de acordo com o disposto no Art. 7º da Constituição Federal. No caso de ocorrer tal arbitrariedade, o empregado deve recorrer ao Poder Judiciário para fazer valer seus direitos.
Atestados médicos
Se as faltas ao trabalho forem devidamente justificadas, o portador do HIV não poderá ser despedido, nem durante o tempo que estiver gozando de licença-saúde.
Direitos Civis
Pessoas infectadas pelo Vírus da AIDS na Comunidade Escolar
Conforme prevê a Lei Federal, são assegurados à criança e ao adolescente, portadores ou não de HIV, todos os direitos previstos no Estatuto da Criança e Adolescente.
Sigilo médico sobre seu diagnóstico
Segundo o Código de Ética Médica, artigo 102, “é vedado ao médico revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por justa causa, ou dever legal, permanecendo tal proibição ainda que o fato seja do conhecimento público, ou que o paciente tenha falecido.
Direitos do Portador de HIV em Relação aos Convênios Médicos e/ou Odontológicos
Segundo Resolução nº 1401/93 do Conselho Federal de Medicina, as empresas de seguro-saúde, empresas de Medicina de grupo, cooperativas de trabalho médico estão obrigadas a garantir o atendimento a todas as enfermidades relacionadas no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde, não podendo impor restrições quantitativas ou de qualquer natureza.
Pensão alimentícia
Tem direito a receber pensão alimentícia o portador de HIV que não dispõe de bens e condições de sustento próprio e quando o parente a quem solicita pode fornecê-lo.
· Utilização do Imóvel
O portador de HIV-AIDS tem direito de uso e gozo sobre a coisa alugada, não podendo sofrer restrições de qualquer natureza; desde que observe o regulamento do prédio e/ou contrato de locação.
· Indenização por contaminação pelo HIV através de Sangue
O artigo 159 do Código Civil diz: “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar o direito ou causar prejuízos a outrem, fica obrigado a reparar o dano”. Os Artigos 1539-1540 garantem direito à indenização, tratamento e pensão.
· A mulher portadora do HIV tem direito de engravidar
A mulher portadora do HIV tem este direito; deverá, no entanto, ser informada dos problemas que pode ter, das condições de assistência, dos medicamentos e formas de tratamento existentes, bem como das possibilidades de seu filho nascer infectado pelo Vírus da Imunodeficiência Humana. Entretanto, hoje existem medicações que podem reduzir os riscos de transmissão do vírus da mãe para o seu bebê.
· Aborto
O HIV, por si só, não justifica o aborto de acordo com a lei vigente.
· Partilha de bens de casais Homossexuais
Deve ser ajuizada ação, como se tratasse de dissolver sociedade comercial-dissolução de sociedade de fato. Já há jurisprudência favorável no Brasil, inclusive garantindo aos parceiros gays direito a plano de saúde do companheiro e partilha da herança.
· Casal Heterossexual amasiado (concubinato)
Para casos em que há convivência marital de fato, deve ser ajuizada ação de dissolução de sociedade de fato, combinada com a meação concubinária.
· Creches e estabelecimentos escolares não podem proibir matrícula de crianças ou adolescentes, nem dispensar professores e funcionários portadores de HIV.
Written by admin on janeiro 17th, 2010 with no comments.
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Parecem duas bolinhas de pingue-pongue.
Mas são menores, um pouco mais pesadas e unidas por um cordão bem fino. Brancas ou coloridas, texturizadas ou lisas, as ben-wa – que em japonês quer dizer “que se acomodam”, estão se tornando atração nos consultórios de ginecologia e nos cursos que ensinam como aumentar o prazer durante a relação sexual.
Praticando exercícios com essas bolinhas dentro da vagina, as mulheres trabalham sua musculatura. Como resultado, melhoram a qualidade do orgasmo e evitam o afrouxamento da região pélvia, que com a idade ou com partos sucessivos, perde a firmeza.
Utilizar as ben-wa não é tarefa das mais fáceis.Claro que ninguém consegue na primeira tentativa. Requer semanas de treino e muita paciência. Às vezes, antes, é preciso enrijecer a musculatura com movimentos mais simples, que incluem o uso dos dedos, de um vibrador ou de pesinhos que se parecem com um absorvente interno.
Mas esse esforço compensa. “Minha vida sexual mudou. Tive sensações deliciosas, que nunca havia experimentado”, conta a empresária Mari Rocha Lima, 42 anos, de Guarulhos (SP). Ela participou de um curso de ginástica sexual em busca de mais prazer. “Só quando você trabalha essa musculatura percebe o poder que pode ter na cama”, revela.
Império dos sentidos: onde e como nasceu o pompoarismo
Para chegar ao alcance de Mari, a técnica percorreu um longo caminho pelo Oriente. Os primeiros exercícios surgiram na Índia, com o tantra, doutrina milenar que encara o sexo como uma forma divina de atingir a plenitude. Bem mais tarde, no início do século XX, gueixas japonesas e prostitutas tailandesas se apoderaram desse conhecimento para massagear o pênis de amantes e clientes com a parte interna da vulva. Treinavam com as contas de seus colares, a primeira versão das atuais ben-wa.
A arte ficaria conhecida como “pompoar”, que significa sugar o pênis. As tailandesas foram ainda mais longe que as japonesas. Começaram a lucrar com exibições em que fumavam cigarros com a vagina e arremessavam pequenos objetos. Em 1976, esse tipo de proeza ganhou as telas dos cinemas. A cena em que um ovo era sugado e depois expelido foi a mais comentada do filme O Império dos Sentidos, um clássico erótico.
A façanha reapareceria, em 1994, na comédia Priscilla, A Rainha do Deserto, em que uma mulher atira uma bolinha de pingue-pongue na platéia durante um espetáculo erótico.
Written by admin on janeiro 16th, 2010 with no comments.
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O ideal é praticar estes 4 movimentos DIARIAMENTE, pela manhã e à noite.
Procure fazer pelo menos três séries de quinze ou vinte repetições para cada uma delas.
É natural sentir dificuldade nas primeiras tentativas.
Não desanime. Resultados positivos costumam aparecer nas primeiras semanas.
1-) Sente-se em uma cadeira e apóie as mãos nas coxas. Deixe os pés paralelos e distantes 20 centímetros um do outro. Contraia os músculos da vagina como se apertasse algo dentro dela. Conte até três e relaxe. Aumente a contagem gradativamente até chegar a dez.
Variação: contraia e relaxe os músculos rapidamente. Para acertar o ritmo, imagine que acompanha uma respiração.
2-) Recoste-se na cama e deixe as pernas separadas e semi-flexionadas. Insira um dos dedos na vagina e tente apertá-lo o mais que puder. Caso não sinta nenhuma pressão insira dois dedos. Volte a se exercitar com um dedo quando a musculatura estiver mais treinada.
Variação: tente sugar o dedo com a vagina. Conte até três antes de relaxar.
3-) Deite-se num colchonete e deixe os braços ao longo do corpo. Flexione as pernas. Essa é a posição inicial. Eleve o quadril e o dorso e fique apoiada sobre os ombros e os pés. Ao elevar o quadril, contraia os glúteos. Volte a posição inicial e relaxe os glúteos.
Variação: Na posição inicial, contraia o ânus em três tempos, sem relaxar: primeiro levemente. Em seguida mais forte e depois com toda a intensidade que conseguir. Fique assim e contraia a vagina como se sugasse alguma coisa com ela. Conte até três e solte os músculos devagar: Primeiro os da vagina, depois os do ânus.
4-) De pé com as pernas semi-flexionadas, coloque as mãos na cintura e deixe os pés paralelos e distantes 20 ou 30 centímetros um do outro. Mova a pélvis para cima e para frente. Ao fazer isso, contraia a parte interna da vagina. Segure, conte até três e relaxe.
Variação: Faça um movimento contínuo e circular, como se usasse um bambolê, só que em quatro tempos:
1-) Mova a pélvis para cima e para frente;
2-) Leve o quadril para a esquerda;
3-) Jogue o bumbum para trás;
4-) Leve o quadril para direita.
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Nos consultórios, ensina-se uma ginástica muito semelhante ao pompoarismo, baseada na técnica do ginecologista americano Arnold Kegel. Nos anos 50, ele recomendava às pacientes que contraíssem e relaxassem os músculos vaginais 500 vezes por dia.
A quantidade de repetições era um exagero, como se comprovou mais tarde, mas os exercícios surtem resultados positivos: previnem e tratam problemas como flacidez pós-parto e incontinência urinária.
Hoje, sabe-se que os exercícios de Kegel aliados à psicoterapia podem auxiliar no tratamento de vaginismo, distúrbio sexual em que a vagina permanece contraída durante a penetração provocando dor. “Só faz bem. A mulher cuida da saúde e passa a se conhecer melhor”, afirma a terapeuta Maria do Carmo de Andrade Silva, coordenadora de mestrado em Sexologia da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. “Muita gente nem percebe a existência de alguns músculos na região pélvica, mas descobre que pode ter sensações muito prazerosas se movimentá-la.”
Segundo os especialistas, com treino é possível aprender movimentos que se assemelham às contrações que ocorrem de forma involuntária durante o orgasmo. O segredo é começar cedo. “A região pélvica sofre alterações a partir dos 25 anos. Precisa ser fortalecida para se manter saudável e sensível”, diz Maria do Carmo.
Mas o ginecologista Gerson Lopes, do Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, alerta: o pompoarismo não faz milagre para quem tem inibições emocionais que interferem na cama. “Sexo está mais na cabeça do que no corpo”, afirma. Ou seja: se o emocional vai bem, a ginástica pode ser uma dose extra de prazer. Caso contrário, não faz efeito.
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Estudo realizado no King’s College, em Londres, revelou que o chamado ponto G não existe.
O estudo foi realizado analisando 1.804 mulheres, e não encontrou provas da existência da suposta zona erógena.
A pesquisa foi feita com base em respostas dadas por mulheres, de idades de 23 a 83 anos.
As mulheres eram gêmeas idênticas ou não idênticas – a diferença é que gêmeas idênticas possuem exatamente a mesma configuração genética, já as não idênticas possuem 50% dos genes em comum.
Das mulheres, 56% declararam ter o ponto G, sendo que a maioria era mais jovem e sexualmente ativa do que a média.
Entre as gêmeas, aquelas que são idênticas demonstraram maior tendência a dar uma resposta afirmativa do que as não idênticas.
Para os pesquisadores, no caso de uma das mulheres relatar ter o ponto G, a probabilidade de sua irmã dar a mesma resposta seria mais alta, porém a tendência não foi observada, constatando que o ponto G pode ser apenas um mito.
O ponto G é um aglomerado de terminações nervosas localizado próximo ao clitóris e quando estimulada, provocaria elevados níveis de excitação sexual e orgasmo.
A zona erógena foi descrita pela primeira vez pelo cientista alemão Ernst Gräfenberg, em 1950.
Cientistas acreditam que o ponto G pode ser fruto da imaginação de mulheres, estimulada por revistas e terapias sexuais.
De acordo com Tim Spector, professor de epidemiologia genética e coautor do estudo, esse é de longe o maior estudo já realizado sobre o assunto e mostra, de forma conclusiva, que a ideia do ponto G é subjetiva.
A líder da pesquisa, Andrea Burri, disse que o resultado pode ajudar mulheres e homens que sofrem, sentindo-se inadequados, por não encontrar a procurada zona erógena.
Ela concluiu dizendo que chega a ser irresponsável afirmar a existência de uma entidade que nunca foi comprovada e pressionar mulheres e homens.
A sexóloga Beverley Whipple, que ajudou a popularizar o conceito do ponto G nos anos 70 por meio de livros e uma pesquisa tida como pioneira, considerou o estudo “falho”.
Para a sexóloga, o maior problema com essas conclusões é que gêmeas, normalmente, não têm o mesmo parceiro sexual.
O estudo britânico não levou em consideração a opinião de lésbicas e bissexuais ao analisar efeitos de diferentes técnicas sexuais.
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A medida do órgão vai desde a base até a ponta do pênis ereto.
A fita métrica é o objeto mais utilizado para medir.
Tamanhos:
- Pênis médio. A média normal do comprimento peniano brasileiro é de 12 a 17 cm.
- Micro pênis. O pênis já pode ser considerado micro pênis quando a medida for menor do que 7 cm. No caso de crianças, medidas abaixo de 2 cm indicam micro penis.
- Pênis Grande. O pênis pode ser considerado grande quando o comprimento for maior que 17 cm.
Apesar da discussão sobre o tamanho do penis, os médicos afirmam que as mulheres sentem mais prazer com a circunferência, do que com o tamanho per si.
Como a vagina possui receptores sensoriais em seu redor, o pênis grosso irá gerar maior atrito e fricção nesses receptores, o que proporcionará a parceira maior prazer na hora do sexo.
Diferente do que muitas pessoas pensam, a circunferência peniana não possui uma média definida por especialistas.
Em contra-partida, o pênis de tamanho exagerado pode entrar em atrito com o cérvix da mulher (colo do útero), fazendo com que ela sinta incomodo e dor.
De acordo com dados o pênis pode ser considerado acima da média a partir de 17 cm de comprimento.
O pênis para de crescer quando o desenvolvimento puberal masculino ocorre. A idade média esta entre 18 e 22 anos.
O micro pênis é considerado um grande problema entre o público masculino. Os próprios homens ficam comparando o tamanho do seu órgão com o dos outros homens.
Homens se preocupam com o que as mulheres irão pensar sobre, imaginam que não serão bons de cama e até mesmo que, caso o boato ocorra, eles não conseguirão mais ninguém em suas vidas sexuais.
Dentre as causas para o micro pênis está a falta de hormônio recebido durante a gestação. Neste caso o homem não teria recebido andrógeno, hormônio masculino, suficiente para que o pênis continuasse a crescer.
Outra explicação pode ser a baixa capacidade de produzir hormônios como a testosterona e a dihidrotestosterona, na adolescência, caracterizando uma deficiência hormonal.
Written by admin on janeiro 16th, 2010 with no comments.
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Sim!
O herpes, por exemplo, é facilmente transmitida durante o sexo oral. E outras doenças, como a sífilis, a gonorréia, o HPV, o cancro mole e até a AIDS pode ser transmitidas dessa maneira. É mais difícil, sim, mas não impossível.
A contaminação por essa via é mais comum em quem pratica o sexo oral do que em quem recebe. Mas isso não quer dizer que o oposto não ocorra. Também se engana quem acredita que o risco só existe se houver ejaculação. O simples contato entre o órgão genital e a boca já é suficiente.
Para evitar contrair DST com sexo oral a solução é usar camisinha.
Como? No caso da prática em um homem é fácil: use a camisinha masculina da forma convencional. Se a prática for em uma mulher, no entanto, pode-se usar uma camisinha partida ou um filme plástico. Para evitar o gosto ruim do preservativo, prefira aqueles que vêm sem espermicida ou lubrificante. Uma boa opção é utilizar camisinhas com sabor, vendidas em farmácias.
Written by admin on janeiro 16th, 2010 with no comments.
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